Pra ler!

“Eu lia uma página nesse minuto…

07/11/2009 · Deixe um comentário

… e, no outro, estava vivendo outra aventura. Era outra cena, outra situação. Podia estar no Nordeste com o Chico Anísio ou no Egito com um pesquisador de demônios; podia estar nas terras míticas com Jasão e os Argonautas ou vivendo o drama realista de um menino com o dedo verde – onde ele tocava nascia uma planta. Podia estar acompanhando o terror de um homem perseguido por um vingativo gato preto ou desvendando um crime com Sherlock Holmes.

Tudo era muito divertido. E tudo é muito divertido, pois a capacidade humana de criar, reinventar histórias e contá-las não tem fim. Eu gosto e lê-las e de criá-las. Acho que nossa vida fica muito melhor com elas.”

Trecho de um post muito legal (Como comecei a ler livros) do Luiz Biajoni  que saiu no site Amálgama. Dá uma passada . Vale a pena.

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Oitavas de final

24/10/2009 · Deixe um comentário

Os jogos da Copa de Literatura Brasileira (CLB) desse ano já começaram. Bom, pra relembrar: quem teve a idéia da CLB foi Lucas Murtinho, em 2007. A competição é inspirada no Tournament of Books, criado pela Morning News, uma revista eletrônica americana. Na CLB, são dezesseis livros que competem entre si nos moldes de uma copa mesmo (oitavas de final, quartas de final, e por aí vai). O livro ganhador segue na competição. Aquele que perdeu é eliminado. Cada jogo é decido por um jurado, que tem que justificar o porquê de escolher tal livro como vencedor e não o outro. Assim, o processo de escolha do melhor livro brasileiro do ano fica uma coisa transparente. E quem está do outro lado da tela do PC (no caso nós) podemos criticar as escolhas, dar opiniões, etc. Pra você entender melhor a idéia do prêmio, dê uma olhada nesse trechinho de uma entrevista concedida pelo idealizador da Copa para o site Digestivo Cultural:

“Espero que uma conseqüência desse prêmio que não se leva muito a sério seja um questionamento dos prêmios que se levam a sério demais. Será que um grupo de oito ou dez pessoas, por mais cultas e bem preparadas que elas sejam, é capaz de decidir qual foi o melhor livro do ano? Será que é possível dizer, de forma objetiva e incontestável, que um livro é o “melhor” de um determinado período? Vendo como a Copa pode ser injusta e imprevisível, talvez as pessoas reflitam sobre a injustiça e a imprevisibilidade dos prêmios literários em geral”.

E ele termina a resposta a essa pergunta, dizendo: “mas essa é a justificação filosófica da Copa, que no fundo é apenas uma desculpa para ler e falar de livros”.

A Copa é uma ótima maneira de saber o que anda sendo produzido atualmente. Eu acabo ficando muito presa a livros mais antigos (quase como que querendo recuperar o tempo perdido rs), sendo que tem muito livro bom saindo do forno. Vamos aos jogos, então.

Jogo 1

cordilheira 12566-Livro dos nomes

Cordilheira (de Daniel Galera) x O livro dos nomes (de Maria Esther Maciel). Juiz: Paulo Pozonoff Jr. Clique aqui pra ler a resenha.

No seu texto, Paulo não dá uma sinopse dos livros. Ele mesmo fala que está escrevendo pra quem já leu as obras. Pra você não ficar muito perdido, a história de Cordilheira gira em torno da viagem de Anita. Sob a sombra do término de um relacionamento amoroso e do suicídio de uma amiga, ela aproveita o lançamento de um livro na Argentina para passar uma temporada por lá. Agora em O livro dos nomes, cada capítulo do livro é a história de uma personagem, em ordem alfabética. São vinte e seis capítulos. As vidas das personagens se entrecruzam e o significado de cada nome (como num livro de nomes mesmo) tem relação com a personalidade. Muitas vezes o significado do nome é exatamente o oposto do que é aquela personagem. Maria Esther Maciel é professora da Faculdade de Letras da UFMG.

Paulo Pozonoff é jornalista, tradutor, escritor e curitibano. Aqui, seu blog.

Jogo 2

Areia nos dentes (de Antônio Xerxenesky) x O vencedor está só (de Paulo Coelho). Juiz: Fernando Torres. Resenha aqui.

Fernando conta um pouco do enredo dos dois livros no texto. Esse jogo pelo jeito foi uma disputa apertada. A impressão que eu fiquei foi que se pudesse não ter vencedor, esse seria o resultado rs. Arlequinal é o blog dele. Bom, na verdade, é um blog colaborativo, mas ele está lá. É advogado e escritor.

areianosdentes vencedorestaso

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Júlio Verne

24/10/2009 · Deixe um comentário

O Dica está atualizado já tem um tempinho, mas esqueci de colocar um post já aqui na entrada avisando.  =]

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Pitacos diferentes

13/09/2009 · Deixe um comentário

O Dica está atualizado. E por outras mãos (ou seria teclado?). A Ju Afonso deu as caras por aqui com o texto sobre o livro Comer, Rezar, Amar , originalmente publicado no blog dela - Eu mundo a fora. Brigada, Ju!! Clique aqui pra ler.

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Quem leva o caneco?

07/09/2009 · 1 Comentário

Não, nada de futebol por aqui. Só jogos, oitavas, quartas e finais. É a Copa. Mas não a de 2010. A de 2009 (hã???). Tô falando da Copa de Literatura Brasileira que tem todo ano, desde 2007. A idéia do site é colocar um livro contra outro – no esquema dos jogos de futebol – e a decisão de cada rodada é dos  jurados (um por jogo, exceto a final que todos julgam).

O negócio nem é escolher o “melhor livro brasileiro do ano”, é falar de livros,copa-brasileira-literatura como diz Lucas Murtinho no site. Os jurados expõem o porquê de cada escolha. O livro ganhador segue na competição. Aquele que perdeu é eliminado. E nós, leitores, nos divertimos com os “jogos”, mesmo não tendo lido os livros.

A tabela de jogos já está pronta, mas ainda falta um pouco para a Copa começar. Fique de olho. O Pra ler! vai trazer uma super cobertura do evento hehe.

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O Inferno de Dante

30/08/2009 · 2 Comentários

Nada como um bom inferno pra fazer sucesso nos dias de hoje. Não estou falando de um inferninho qualquer. Não adianta ter só umas labaredas de chamas e um ou outro capetinha com tridentes. Não, senhor. Inferno bom mesmo tem que ter uma variedade danada (ãh, ãh, pegou o trocadilho?!) de castigos, vários tipos de demônios e uma ou duas bestas. Ah, e não pode faltar uma boa logística de infra-estrutura para receber os pecadores. Temos que admitir que poucos infernos atendem a esses critérios tão bem quanto o que Dante Alighieri criou. Nosso criativo autor nasceu no século treze, em Florença. Foi poeta, escritor e político e uma de suas grandes obras foi A Divina Comédia.

Já tem uns bons séculos aí desde que Dante pôs a cachola pra funcionar e criou a morada do Satanás. Mas ultrapassada ela não está de jeito nenhum. Tanto é que o Inferno de Dante vai virar jogo da Eletronic Arts (EA). Dante´s Inferno chega às lojas dos Estados Unidos no início de 2010. Antes disso, vai parar nas páginas das histórias em quadrinho. Em parceria com a EA, a DC Comics vai lançar em dezembro desse ano uma série de seis partes (texto de Christos Gage e ilustrações de Diego Latorre). No jogo, Dante vai atrás de Beatriz, seu amor platônico que morreu ainda jovem.

Mas e se você fosse se aventurar pelos nove círculos do inferno dantesco, o que encontraria? Mais embaixo segue um guia de viagem para você se divertir com o que Dante topou pelo caminho. Mas antes, deixa eu te situar na história:

Alighieri é ao mesmo tempo autor e personagem. Tudo começa com Dante na floresta da perdição. Há um caminho de saída fácil, mas ele não consegue seguir. Três feras o impedem. Chega, então, Virgílio – um poeta da antiguidade que é um dos preferidos de Dante – para dar uma mãozinha. Ele guia o personagem pelo caminho mais difícil: inferno, purgatório e paraíso. Cada uma dessas “fases” é um livro.

Nesse passeiozinho pelo inferno, Dante cruza com inúmeras figuras mitológicas (a obra mistura mitologia grega e crenças católicas) e com pessoas conhecidas na época. Aí está uma coisa interessante. Ele tromba com políticos, amigos, personalidades. E tudo isso no inferno. Entendeu que tenso?  E ele fala de qual pecado os conhecidos dele foram acusados, bate papo sobre política e tudo o mais. Quando chega ao círculo dos traidores, então… vixi, o tanto de conhecido político que ele encontra não tá no gibi.

Bom, agora que estamos devidamente informados… que venham os nove círculos!

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A saga de Dante

Ao entrar pela porta do inferno, Dante e Virgílio encontram o vestíbulo dos ignavos. Aqueles que não foram nem fieis nem rebeldes a Deus. Eles foram omissos em vida.  Esses são aqueles que Deus despreza e nem o inferno aceita. O castigo? Nus, são picados eternamente por moscas e vespas. Separando o vestíbulo dos círculos do inferno está o rio Aqueronte, um dos rios do inferno de Hades. Lá, o barqueiro Caronte transporta as almas ao outro lado.

Em todos os círculos, as almas vivem o castigo de acordo com o que fizeram em vida. Elas são obrigadas a cumprir uma ação contrária. Os primeiros círculos são para aqueles que cometeram pecados mais leves. Os castigos também são, digamos, mais brandos. Quanto mais se desce, quanto mais perto do coisa-ruim se chega, mais o bicho pega.

O primeiro círculo é o Limbo. Ali ficam aqueles que não tiveram a oportunidade de serem batizados. Vírgilio é um deles. Nasceram e morreram antes que a cristandade surgisse. As almas do primeiro círculo não têm castigo nenhum. Mas nunca poderão conhecer Deus.

Depois do Limbo, está Minos, rei da ilha de Creta quando vivo. Reza a mitologia grega que depois de morto, ele desceu ao inferno e virou juiz de almas. Ele dita o círculo pra onde a alma vai. No segundo círculo estão os luxuriosos. Eles têm como castigo ser arrebatados continuamente por um turbilhão, como em uma nuvem, já que em vida, deixaram-se levar pelos prazeres do corpo.

Lá pelo terceiro círculo ficam os gulosos. Também fica Cérbero, aquele cão de três cabeças que na mitologia grega guarda os portões do inferno. Hércules teve que enfrentá-lo no seu décimo segundo trabalho.  Pra quem não é muito chegado em Hercules, Cérbero também deu as caras (as três) no primeiro filme do Harry Potter. Os avarentos ficam no quarto círculo. Quem está de guarda ali na entrada é Pluto, deus das riquezas. Pelas bandas do quarto círculo, o castigo é empurrar grandes pesos, eternamente, enquanto vão se insultando pelo caminho.

No quinto círculo, estão aqueles que cometeram o pecado da ira. As almas ficam mergulhadas nas águas barrentas do rio Estige, que era um dos rios de Hades. Nele Aquiles foi mergulhado pela mãe quando bebê. Só o calcanhar ficou de fora das águas. O resto da história nós já sabemos.

Separando o círculo dos raivosos do sexto circulo. Está o Muro de Dite. A única passagem é uma porta que está fechada. Como se fosse pouco ter demônios impedindo a passagem, os dois viajantes ainda topam com Medusa e com as três fúrias – criaturas nada adoráveis que viviam no inferno dos gregos torturando as almas pecadoras. Um anjo vem abrir a porta para Virgílio e Dante. Ao conseguir passar, os viajantes chegam à morada dos hereges, o sexto círculo. Lá os pecadores são sepultados em túmulos flamejantes.

As ilustrações da Divina Comédia feitas Gustave Doré estão entre as mais conhecidas. Aqui, os suicidas.

As ilustrações da Divina Comédia feitas Gustave Doré estão entre as mais conhecidas. Aqui, os suicidas.

O sétimo círculo é a morada dos violentos. Quem guarda sua entrada é o minotauro. O espaço é divido em três sub-círculos. No primeiro, ficam aqueles que cometeram violência contra o próximo. Essas almas ficam mergulhadas em sangue fervente no rio Flegetonte, outro dos rios de Hades. Centauros ficam na margem, vigiando e flechando aqueles que tentam fugir.

No segundo sub-círculo, estão as almas que em vida cometeram violência contra si mesmo (os suicidas) ou contra seus próprios bens. Já que mostraram desprezo pelo próprio corpo, no inferno os suicidas perderam a posse do corpo de vez. Viraram árvores. Você pode pensar: ah, que tranqüilo. Ficar lá paradão o resto da eternidade. Até seria tranqüilo se fosse as hárpias. Já ouviu falar delas? Também da mitologia grega, elas são seres meio mulheres meio pássaros. No Inferno concebido por Dante, elas ficam lá, arrancando pedacinhos do corpo dos pecadores. Já quem não deu valor a seus bens materiais, é perseguido por cães ad infinitum.

Os que são acusados de violência contra Deus, estão no terceiro sub-círculo. Um lugar desolado, areia quente e fogo que cai como se fosse neve. Ali também ficam os que foram contra a natureza – para Dante, os sodomitas – e os que cometeram violência contra a arte.

Separando o sétimo círculo do oitavo, há um abismo. Por ali também fica Gerião, um gigante que, até a altura do quadril, tem três corpos. Ele foi morto por Hércules no seu décimo trabalho.

O oitavo anel é divido em dez sub-círculos, que têm em comum abrigar as almas condenadas por algum tipo de malícia ou fraude. Primeiro vêm os sedutores de mulheres, depois os bajuladores. Mais embaixo os que cometeram simonia, ou seja, venderam favores divinos, peças sagradas, cargos eclesiásticos, bênçãos, etc. No quarto sub-círculo os que se passaram por magos e adivinhos. Depois os trapaceiros que negociaram cargos públicos ou roubaram seus amos. Então, os hipócritas, ladrões, maus conselheiros, os disseminadores de discórdia e, no último sub-círculo, os falsários.

Os castigos de cada laia? Acompanhe comigo: os sedutores são açoitados pelas mãos de demônios. O destino dos aduladores é o esterco. Os simoníacos são atolados em buracos e os pés, que ficam pra fora, são queimados por chamas. Aqueles que se meteram a adivinhos tem o rosto virado pra trás. No quinto compartimento, os trapaceiros são mergulhados regularmente no piche fervendo (vale ressaltar que são demônios que fincam as almas e as mergulham no poço). O castigo dos hipócritas é vestir pesadas capas de chumbo dourado. Os ladrões são picados por serpentes, morrem e renascem para ser picados de novo. Os maus conselheiros ficam envoltos em chamas, no oitavo compartimento. Os disseminadores de discórdia – que não é tanto discórdia, é mais confusão – têm demônios armados com espadas no seu encalço. Por último, os falsários são punidos com úlceras e feridas ardentes. Ufa! Haja criatividade pra tanto castigo.

Doré nasceu em 1832, na França. Essa ilustração retrata o círculo dos traidores.

Doré nasceu em 1832, na França. Essa ilustração retrata o círculo dos traidores.

O que separa o nono círculo dos demais é o poço de gigantes rebeldes. Dante diz que eles são horrendos. Eu tendo a acreditar. Horrendos ou não, um deles foi até gentil. A pedido de Virgílio, coloca os dois poetas do outro lado do poço.

Ah, agora estamos em meio à gente muito boa. A nata do inferno. Os que têm o prazer de estar mais próximo do capetão-mor. Os traidores. Para essa galera especial, um castigo também diferente. O que mais se vê no inferno? Fogo, não é? Por aqui, o que aflige pecadores é gelo. Eles estão mergulhados em gelo até os olhos.

O nono círculo é também dividido. Dessa vez em quatro partes. Na primeira zona, ficam aqueles que traíram o próprio sangue. Na segunda, as almas que traíram sua pátria ou partido (quantos políticos hoje em dia não viriam pra cá, heim?). Aqueles que traíram os amigos vão para a terceira zona. E por último, as almas que traíram seus senhores ou bem feitores.

Bem no meio da última zona está Lúcifer. Ele tem três cabeças e, em cada uma das suas bocas, ele mastiga um grande traidor da história: Judas, Bruto e Cássio – esses dois últimos mataram Júlio César.

Para chegar até o purgatório, onde Beatriz o espera, Dante tem que atravessar as costas peludas do Diabo rumo ao centro da terra.

Game Over. Mole, mole, não?

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Saramago na web

04/08/2009 · Deixe um comentário

jose_saramago01 Saramago tem um blog. E desse blog surgiu um livro – O caderno, que reúne os textos que estão onlines. O portal da Folha Ilustrada trouxe uma matéria sobre o livro, colocando algumas coisas interessantes. Veja um trechinho:

O Caderno (Companhia das Letras, 224 págs., R$ 45) é, de certa forma, uma contradição em termos. Quem quiser consultar o blog do escritor José Saramago pode acessar diretamente na internet o endereço caderno.josesaramago.org. Então qual é o sentido de reunir em livro seus posts escritos entre setembro de 2008 e março de 2009? Os textos são os mesmos, a ordem cronológica permanece, não há apêndices.

Mas, como Saramago é Saramago, a publicação virou um acontecimento e gerou polêmica que correu o mundo, por conta das impertinências do autor contra políticos”. Se quiser ver o texto completo, entre aqui.

Nem precisa ficar falando muito quem é José Saramago. Todo mundo sabe um pouquinho sobre ele. Aqui você descobre mais sobre o escritor e aqui mais sobre suas obras.caderno

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Mais uma dica

26/07/2009 · Deixe um comentário

“Uma dica” atualizado. Entre aqui pra ler.

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Muitos e muitos anos atrás…

23/07/2009 · Deixe um comentário

Já ouviu falar no filme O Som do Trovão, dirigido por Peter Hyams? Dizem que ele não é lá grandes coisas, mas foi baseado num conto muito bom – de mesmo nome – de Ray Bradbury. Nascido em Illinois, Estados Unidos, em 1920, Bradbury é um autor conhecido de ficção científica. Ao longo da sua vida, ele já publicou 30 livros, 600 contos e muitos poemas e ensaios. Bradbury ficou mais conhecido a partir da publicação de Crônicas Marcianas (The Martian Chronicles), em 1950.

Taí a obra-prima de Ray Bradbury

Taí a obra-prima de Ray Bradbury

Em 1953, ele publica o livro que é considerado por muitos um clássico, sua obra-prima: Fahrenheit 451. Esse livro virou um filme, dirigido François Truffaut. Já esse filme dizem que é muito bom. A história também ajuda. O conto se passa num mundo de censura, onde a palavra escrita é proibida. Todos os livros são queimados pelo estado. Numa tentativa de salvar a cultura, um grupo de rebeldes memoriza as obras de literatura e filosofia.

Mas voltando ao O Som do Trovão… o filme segue a partir do ponto onde o conto parou. Já a história em prosa se passa em 2055. Uma empresa é especializada em safáris não muito comuns. Safáris no tempo, séculos e mais séculos pra trás. A idéia é caçar dinossauros. Mas todo o cuidado deve ser tomado para que nada – nem um ínfimo detalhe – se modifique no passado. Vale a pena ler. Aqui você encontra um lugar que tem o conto na íntegra. E aqui, descobre mais sobre o autor.

Nessa obra, o conto "O Som do Trovão" foi publicado

Nessa obra, o conto "O Som do Trovão" foi publicado

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Pra quem queria muito…

03/07/2009 · 2 Comentários

… ir na Flip, aqui vai um link com fotos direto de Paraty!

http://www.flip.org.br/galeria/index.php?foto=528&galeria=

Ah, e essa foto aqui embaixo é do cara que dispensou a namorada via e-mail e escreveu um livro sobre a história. Vide post a baixo.

Grégoire Bouillier

Grégoire Bouillier

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